Vocês podem começas colocando os resumos e depois coloca a pergunta. O interessante é que todos participem da construção do texto e da tese. Acredito que esse é o caminho!
A partir do ano 1000 até cerca de 1150, o Feudalismo entra em transformação: a exploração camponesa torna-se intensa, concentrada em certas regiões superpovoadas, deixando áreas extensas de espaços vazios; surgem novas técnicas de cultivo, novas formas de utilização dos animais e das carroças, o que permitiu a produção agrícola garantir um aumento significativo, surgindo, assim, a necessidade de comercialização dos produtos excedentes. Esse renascimento do comércio e o consequente aumento da circulação monetária, reabilita a importância social das cidades e suas comunidades. Com as Cruzadas, esboça-se uma abertura para o mundo, quebrando-se o isolamento do feudo. O restabelecimento do comércio com o Oriente Próximo e o desenvolvimento das grandes cidades, começam a minar as bases da organização feudal, na medida em que aumenta a demanda de produtos agrícolas para o abastecimento da população urbana. Isso eleva o preço dessas mercadorias, permitindo aos camponeses maiores fundos para a compra de sua liberdade. Não que os servos fossem escravos; com o excedente produzido, poderiam comprar de seus senhores lotes de terras e, assim, deixar de cumprir suas obrigações junto ao senhor feudal. É claro que esta situação poderia gerar problemas já que, bem ou mal, o servo vivia protegido dentro do feudo e, para evitá-los, tornavam-se comerciantes ou iam morar em burgos, dominados por outros tipos de senhores, desta vez, comerciais. Ao mesmo tempo, a expansão do comércio cria novas oportunidades de trabalho, atraindo os camponeses para as cidades.Tais acontecimentos, aliados à formação dos exércitos profissionais — o Rei, agora, não dependeria mais dos serviços militares prestados por seus vassalos, à insurreição camponesa, à peste, à falta de alimentos decorrente do aumento populacional e baixa produtividade agrária, contribuíram para o declínio do feudalismo europeu. Na França, nos Países Baixos e na Itália, seu desaparecimento começa a se manifestar no final do século XIII. Na Alemanha e na Inglaterra, entretanto, ele ainda permanece mais tempo, extinguindo-se totalmente na Europa ocidental por volta de 1500. Em partes da Europa central e oriental, porém, alguns remanescentes resistiram até meados do século XX, como, por exemplo, a Rússia, que só viria a se libertar dos resquícios feudais com a Revolução de 1917.
Como se vê, diversos fatores influenciaram, de forma direta, a queda ou declinio do sistema feudal.
Faz-se necessario enfatizar que lentamente houve um rompimento de laços entre os servos e os senhores feudais. Os proprios senhores se envolveram na desconhecida tendencia capitalista que começaram a demarcar como um dos seus fundamentos básicos, o consumo superfulo de artigos de luxo. Para alimentar essa ancia ficavam longos periodos nas cidades exercendo o consumismo e distanciando-se dos seu feudos.
Outra manifestação oriunda do advento do capitalismo que se propagava em meio ao feudo foram os exedentes produzidos pelos camponeses que, não mais se encontravam na qualidade de servos, devido terem atingido um certo grau de independencia financeira na medida que comercializavam (trocavam por moeda) esse excedente da produção e consequentimente as taxas pagas aos senhores eram com dinheiro e não mais com produtos orindos do trabalho do campo.
Ainda vale citar dois grandes fatores que contribuiram fortemente para o desvanenciamento do sistema.
A guerra dos Cem Anos entre a França e a Inglaterra que malogradamente fragilisou o feudo e a Peste Negra. Esse segundo, pior que o primeiro, foi bem mais devastador, dizimando cerca de um terço da população inglesa. A crucialidade deste fator se deve a incontaveis disputa sangrenta pelo feudo já que a mão de obra era bem mais escassa. Isso foi fundamental para a transição geradora de uma nova estrutura socio-politica-econômica.
Como a essencia capitalista embriagou senhores e servos a ponto de buscarem um fim e não uma razão?
Na fase de transição entre o feudalismo e o capitalismo ainda em gestação, o filho naceria em meio a três crises. A fome, a guerra e a peste. O novo sitema surgia e exalava o seu cheiro embriagador. A população dizimada, a fome e a escasses de mão de obra. Estava pintada a situação. Omedo e a subserviencia do feudalismo esta em estinção. Agora dominava o ter e não o ser. Os senhores precisava de serviçais e os servos cobravam seus salarios. Inverteu-se a posição. Acomular bens erao mais importante. Para os servos era preferivel mendigar que trabalhar apenas pela susistencia.
A produção agricola não respondia às exigências das cidades em crescimento em consequencia do exodo rural. Dessa forma se fez nessessario a utilização de novas terras e as inovações técnologicas que permitiriam uma ampliação da produção, mas isso não era suficiente. Logo as inovações técnicas não respondiam as novas necessidades e a mieda era insuficiente para pagar salarios e manter a atividade comercial. A fome se alastrava e consequentimente as más condições de higiene propiciaram a ocorrência de sucessivos surtos epidêmicos, dos quais o mais desastroso foi a chamada peste Negra, entre 1347 e 1350. paralelo a isso e como consequencia acontecia um grande numero de guerras e revoltas. A mais importante destas foi a guerra dos cem anos entre a frança e a Inglaterra. E por fim os levantes dos servos foram tornando inviável a manutenção das relações de servidão e as obrigações feudais foram se extinguindo.
Enfim nasceu. Consolidava-se uma nova classe social. A burguesia.
Vocês podem começas colocando os resumos e depois coloca a pergunta. O interessante é que todos participem da construção do texto e da tese. Acredito que esse é o caminho!
ResponderExcluirA partir do ano 1000 até cerca de 1150, o Feudalismo entra em transformação: a exploração camponesa torna-se intensa, concentrada em certas regiões superpovoadas, deixando áreas extensas de espaços vazios; surgem novas técnicas de cultivo, novas formas de utilização dos animais e das carroças, o que permitiu a produção agrícola garantir um aumento significativo, surgindo, assim, a necessidade de comercialização dos produtos excedentes. Esse renascimento do comércio e o consequente aumento da circulação monetária, reabilita a importância social das cidades e suas comunidades. Com as Cruzadas, esboça-se uma abertura para o mundo, quebrando-se o isolamento do feudo. O restabelecimento do comércio com o Oriente Próximo e o desenvolvimento das grandes cidades, começam a minar as bases da organização feudal, na medida em que aumenta a demanda de produtos agrícolas para o abastecimento da população urbana. Isso eleva o preço dessas mercadorias, permitindo aos camponeses maiores fundos para a compra de sua liberdade. Não que os servos fossem escravos; com o excedente produzido, poderiam comprar de seus senhores lotes de terras e, assim, deixar de cumprir suas obrigações junto ao senhor feudal. É claro que esta situação poderia gerar problemas já que, bem ou mal, o servo vivia protegido dentro do feudo e, para evitá-los, tornavam-se comerciantes ou iam morar em burgos, dominados por outros tipos de senhores, desta vez, comerciais. Ao mesmo tempo, a expansão do comércio cria novas oportunidades de trabalho, atraindo os camponeses para as cidades.Tais acontecimentos, aliados à formação dos exércitos profissionais — o Rei, agora, não dependeria mais dos serviços militares prestados por seus vassalos, à insurreição camponesa, à peste, à falta de alimentos decorrente do aumento populacional e baixa produtividade agrária, contribuíram para o declínio do feudalismo europeu. Na França, nos Países Baixos e na Itália, seu desaparecimento começa a se manifestar no final do século XIII. Na Alemanha e na Inglaterra, entretanto, ele ainda permanece mais tempo, extinguindo-se totalmente na Europa ocidental por volta de 1500. Em partes da Europa central e oriental, porém, alguns remanescentes resistiram até meados do século XX, como, por exemplo, a Rússia, que só viria a se libertar dos resquícios feudais com a Revolução de 1917.
ResponderExcluirficou muito bom o texto albertino.
ResponderExcluirmas o que eu lhe passei você desconsiderou?
estou aguardando o post dele, pois amanhã já é segunda-feira.
João Tulio.
RESUMO GERAL
ResponderExcluirComo se vê, diversos fatores influenciaram, de forma direta, a queda ou declinio do sistema feudal.
Faz-se necessario enfatizar que lentamente houve um rompimento de laços entre os servos e os senhores feudais. Os proprios senhores se envolveram na desconhecida tendencia capitalista que começaram a demarcar como um dos seus fundamentos básicos, o consumo superfulo de artigos de luxo. Para alimentar essa ancia ficavam longos periodos nas cidades exercendo o consumismo e distanciando-se dos seu feudos.
Outra manifestação oriunda do advento do capitalismo que se propagava em meio ao feudo foram os exedentes produzidos pelos camponeses que, não mais se encontravam na qualidade de servos, devido terem atingido um certo grau de independencia financeira na medida que comercializavam (trocavam por moeda) esse excedente da produção e consequentimente as taxas pagas aos senhores eram com dinheiro e não mais com produtos orindos do trabalho do campo.
Ainda vale citar dois grandes fatores que contribuiram fortemente para o desvanenciamento do sistema.
A guerra dos Cem Anos entre a França e a Inglaterra que malogradamente fragilisou o feudo e a Peste Negra. Esse segundo, pior que o primeiro, foi bem mais devastador, dizimando cerca de um terço da população inglesa. A crucialidade deste fator se deve a incontaveis disputa sangrenta pelo feudo já que a mão de obra era bem mais escassa. Isso foi fundamental para a transição geradora de uma nova estrutura socio-politica-econômica.
QUESTIONAMENTO
ResponderExcluirComo a essencia capitalista embriagou senhores e servos a ponto de buscarem um fim e não uma razão?
Na fase de transição entre o feudalismo e o capitalismo ainda em gestação, o filho naceria em meio a três crises. A fome, a guerra e a peste. O novo sitema surgia e exalava o seu cheiro embriagador. A população dizimada, a fome e a escasses de mão de obra. Estava pintada a situação. Omedo e a subserviencia do feudalismo esta em estinção. Agora dominava o ter e não o ser. Os senhores precisava de serviçais e os servos cobravam seus salarios. Inverteu-se a posição. Acomular bens erao mais importante. Para os servos era preferivel mendigar que trabalhar apenas pela susistencia.
A produção agricola não respondia às exigências das cidades em crescimento em consequencia do exodo rural. Dessa forma se fez nessessario a utilização de novas terras e as inovações técnologicas que permitiriam uma ampliação da produção, mas isso não era suficiente. Logo as inovações técnicas não respondiam as novas necessidades e a mieda era insuficiente para pagar salarios e manter a atividade comercial. A fome se alastrava e consequentimente as más condições de higiene propiciaram a ocorrência de sucessivos surtos epidêmicos, dos quais o mais desastroso foi a chamada peste Negra, entre 1347 e 1350. paralelo a isso e como consequencia acontecia um grande numero de guerras e revoltas. A mais importante destas foi a guerra dos cem anos entre a frança e a Inglaterra. E por fim os levantes dos servos foram tornando inviável a manutenção das relações de servidão e as obrigações feudais foram se extinguindo.
Enfim nasceu. Consolidava-se uma nova classe social. A burguesia.
Ótimo trabalho. Parabéns a equipe!
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