quarta-feira, 14 de março de 2012

Sobre Karl Marx

KARL MARX

Marx foi o segundo de nove filhos, de uma família de origem judaica de classe média da cidade de Tréveris, na época no Reino da Prússia. Sua mãe, Henriette Pressburg (1771–1840), era judia holandesa e seu pai, Herschel Marx (1759–1834), um advogado e conselheiro de Justiça. Herschel descende de uma família de rabinos, mas se converteu ao cristianismo luterano em função das restrições impostas à presença de membros de etnia judaica no serviço público, quando Marx ainda tinha seis anos. Seus irmãos eram Sophie (d. 1883), Hermann (1819-1842), Henriette (1820-1856), Louise (1821-1893), Emilie (adotado por seus pais), Caroline (1824-1847) e Eduard (1834-1837).
Em 1830, Marx iniciou seus estudos no Liceu Friedrich Wilhelm, em Tréveris, ano em que eclodiram revoluções em diversos países europeus. Ingressou mais tarde na Universidade de Bonn para estudar Direito, transferindo-se no ano seguinte para a Universidade de Berlim, onde o filósofo alemão Georg Wilhelm Friedrich Hegel, cuja obra exerceu grande influência sobre Marx, foi professor e reitor. Em Berlim, Marx ingressou no Clube dos Doutores, que era liderado por Bruno Bauer. Ali perdeu interesse pelo Direito e se voltou para a Filosofia, tendo participado ativamente do movimento dos Jovens Hegelianos. Seu pai faleceu neste mesmo ano. Em 1841, obteve o título de doutor em Filosofia com uma tese sobre as "Diferenças da filosofia da natureza em Demócrito e Epicuro". Impedido de seguir uma carreira acadêmica, tornou-se, em 1842, redator-chefe da Gazeta Renana (Rheinische Zeitung), um jornal da província de Colônia; conheceu Friedrich Engels neste mesmo ano, durante visita deste a redação do jornal.

2 comentários:

  1. Vem-me à memória, nestes momentos, um encontro, nos Mundos Submersos, com Karl Marx.

    Encontrei-o nessas regiões tenebrosas. Aquele sujeito havia despertado no mal e para o mal. Sem dúvida, era um bodhisatva caído. Seguia-o Lenin, como uma sombra nefasta, inconsciente, profundamente adormecido.

    Interroguei Marx com as seguintes palavras: “Faz já muitos anos que o senhor desencarnou; seu corpo se tornou pó na sepultura e, não obstante, eu o encontro vivo nestas regiões. Então, em que ficou sua dialética materialista?” Aquele sujeito, olhando o relógio de pulso que levava no braço, não se atreveu a me dar resposta alguma; deu as costas e se retirou.

    Porém, a poucos metros de distância, lançou uma gargalhada sarcástica horripilante. Mediante a Intuição, logrei capturar a essência viva de tal gargalhada. Nela estava a resposta que poderíamos resumir com a seguinte frase: “Essa dialética não foi mais que uma farsa; um ‘prato’ para enganar incautos”.

    É curioso saber que, quando Karl Marx desencarnou, recebeu honras fúnebres religiosas de grão-rabino. Na Primeira Internacional Comunista, Karl Marx se pôs de pé, dizendo: “Senhores, eu não sou marxista!”

    Houve, então, assombro entre os assistentes, gritos, alaridos, e disso nasceram muitas seitas políticas, bolcheviques, mencheviques, anarquistas, anarcossindicalistas etc. Assim, pois, resulta interessantíssimo saber que o primeiro inimigo do marxismo foi Karl Marx.

    Numa revista de Paris podemos ler o seguinte: “Mediante o triunfo do proletariado mundial, criaremos a República Socialista Soviética Universal, com capital em Jerusalém e nos adonaremos de todas as riquezas das nações, para que se cumpram as profecias de nossos santos profetas do Talmud”. Certamente, estas não podem ser frases de um materialista, nem de nenhum ateu.

    Marx era um fanático religioso judeu. Não quero agora, nesta conferência, criticar assuntos políticos, estou me referindo, de forma enfática, a questões essencialmente ocultistas. Karl Marx, movido certamente por fanatismo religioso, inventou uma arma destrutiva para reduzir a poeira cósmica todas as religiões do mundo.

    Tal arma é, fora de toda dúvida, um jargão que jamais resistiria a uma análise de fundo. Refiro-me à dialética materialista. Os velhacos do intelecto sabem muito bem que, para a elaboração de tal “prato” mentirosos, de tal farsa, valeu-se Marx da dialética metafísica de Hegel. Evidentemente, despojou essa obra de todos os princípios metafísicos que lhe deu seu autor e com ela elaborou seu “prato”.

    Não é demais repetir nesta conferência que Marx, como autor de tal mentira, de tal farsa, de tal dialética comunistóide, não acreditou jamais nela e por isso não teve nenhum inconveniente em confessar seu sentir em plena assembleia, exclamando: “Senhores, eu não sou marxista!”

    Indubitavelmente, este senhor só cumpriu com um dos Protocolos dos Sábios de Sião, que diz: “Não importa que nós tenhamos que encher o mundo de materialismo e de repugnante ateísmo. O dia em que nós triunfemos, ensinaremos a religião de Moisés universalmene codificadamente e de forma dialética e não permitiremos, no mundo, nenhuma outra religião”.

    Não quero, com isto, condenar nenhuma raça em particular. Estou aludindo, francamente, a alguns personagens semitas com planos maquiavélicos. Esses são os Marx, os Lenin, os Stalin etc. Do ponto de vista rigorosamente ocultista, pude evidenciar que o citado bodhisatva caído lutou pela divindade a seu modo, usando uma arma astuta para destruir as demais religiões.

    Marx foi um sacerdote, um rabino da religião judaica, fiel devoto da doutrina de seus antepassados.



    O que, sim, assombra é a credulidade dos néscios que, crendo-se eruditos, caem nas malhas céticas postas por Karl Marx. Esses ingênuos da dialética materialista marxista-leninista obviamente se tornam violentos contra a divindade e por tal motivo ingressam no Sétimo Círculo Dantesco.

    (Texto retirado da obra Sim, Há Inferno, Diabo e Karma, de Samael Aun Weor, que se encontra em nossa Biblioteca Gnóstica.)

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  2. Porque Karl Marx não exerceu a carreira acadêmica?

    Eduarda

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